A química dos airbags. Você sabia?
Olá a todos que curtem nosso blog!Esse post é principalmente pra você que de vez em quando solta a frase (ou pelo menos pensa nela) : Para quê que a química serve?
Bom, eu poderia ficar dias utilizando argumentos e tentando convencer a qualquer um dos benefícios decorrentes do estudo da química, ou apenas mostrar como ela está presente no nosso dia a dia.Mas hoje, quero dar um exemplo de como ela está presente em uma situação que a maioria das pessoas não fazem ideia. Como no mecanismo responsável por inflar os airbags.
Você já se perguntou como a bolsa plástica do airbag se enche subitamente no caso de uma colisão? E de onde vêm os 70 litros de “ar” que fazem inflar o saco antes da colisão? Na verdade, se trata de um gás que provém de uma reação química de decomposição. Esse gás é o gás nitrogênio, de fórmula N2.
O airbag é formado por um dispositivo que contém a substância química NaN3 (azida de sódio), que é responsável pela liberação do gás. Esse dispositivo está acoplado a um balão que fica no painel do automóvel e quando ocorre uma colisão (ou desaceleração brusca), os sensores localizados no pára-choque do automóvel transmitem um impulso elétrico (faísca) que causa a detonação da reação. Alguns centésimos de segundo depois, o airbag está completamente inflado, e salvando vidas. A decomposição da azida de sódio e a formação do gás nitrogênio, podem ser representadas pela equação a seguir:
2 NaN3(s) → 2 Na(s) + 3N2(g)
E pra finalizar, um recado: o airbag é um equipamento complementar de segurança, e portanto, não devemos jamais deixar de usar o cinto!
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